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Distanciamento social e o Comer emocional na Gravidez

A situação que estamos vivendo em virtude do novo coronavírus pode gerar ansiedade e insegurança. É importante tentar lidar com esses sentimentos para manter a saúde mental e para que isso não reflita em descuidos ou exageros alimentares. Em posts anteriores falamos sobre técnicas de respiração profunda e de relaxamento para aliviar tensões. O foco agora é no comportamento alimentar, pois hoje sabemos que, tão importante quanto “o que” comemos, é “como” comemos. Veja as dicas: - Coma com atenção plena: esteja realmente presente para o momento das refeições, prestando atenção no sabor, textura e nas sensações que o alimento desencadeia em você. Desfrute desses momentos! - Procure não estocar alimentos ultraprocessados pois geram um comer mais desatento. Planeje as compras e as refeições para que a ansiedade ou o tédio não sejam os determinantes imediatos. - Evite telas (TV, computador, celular) e outras distrações no momento das refeições. Ambientes tranquilos propiciam um comer mais atento e contribuem para que não comamos em excesso. - Tente distinguir “fome física” de “fome emocional”. A fome física é instintiva, inespecífica e gradual (sentimos aumentar aos poucos). A comida traz saciedade e satisfaz. Já a fome emocional, surge repentinamente, nosso corpo não dá sinais físicos (ex. a barriga não está roncando) e normalmente é por algum alimento específico. O sentimento por trás não está ligado à fome ou vontade de comer, mas com algo que abalou o estado emocional (ex. falta de carinho, situação de estresse etc). Nesse caso a comida representa distração ou conforto e não satisfaz. - Se você perceber que o momento é de ansiedade/fome emocional, busque realizar outra atividade que te faça bem (ouvir música, ler, assistir um filme, ligar para alguém etc). - Na gestação é comum sentir mais fome e ter “vontades” alimentares específicas e isso é diferente de fome emocional. - Preste atenção nos seus sinais internos de fome e saciedade. Lembre-se sempre de comer com prazer e com consciência! Fontes: - Alvarenga M. et al. Nutrição Comportamental. 1º ed. Manole, 2016. - Guia Alimentar para a População Brasileira, 2014.

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